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		<title>Impressões do Dom</title>
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		<title>A bíblia do andarilho</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Mar 2011 15:06:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[vida; relações humanas; sociologia; antropologia; psicologia;]]></category>

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		<description><![CDATA[Malditos os que, dos pormenores, não são capazes de extrair a essência vital à existência. A mera contemplação é passível de sentimentos profundos. Aos incapazes de enxergar além do previsível e do que sua zona de conforto permite, resta vaguear errantemente pela superficialidade das relações e pela banalidade dos ciclos diários. A verdadeira liberdade passa [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=impressoesdom.wordpress.com&amp;blog=4404891&amp;post=329&amp;subd=impressoesdom&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://impressoesdom.files.wordpress.com/2011/03/foto-4781.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-332" title="Foto 478" src="http://impressoesdom.files.wordpress.com/2011/03/foto-4781.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a>Malditos os que, dos pormenores, não são capazes de extrair a essência vital à existência. A mera contemplação é passível de sentimentos profundos. Aos incapazes de enxergar além do previsível e do que sua zona de conforto permite, resta vaguear errantemente pela superficialidade das relações e pela banalidade dos ciclos diários.</p>
<p style="text-align:justify;">A verdadeira liberdade passa ao largo das convenções sociais. Libertação relaciona-se diuturnamente com o livramento da imaginação; o desapego daquilo que se convenciona aceitável aos turvos olhares sociais. Liberdade conquistada é desprendimento em sua essência. É permitir, eventualmente, que certa abstração apodere-se de nossas mentes, numa espécie de ensimesmamento. Desviar-se do principal e se ater a insignificâncias, por vezes, invoca a plenitude da soltura.</p>
<p style="text-align:justify;">O indelével discernimento entre ‘ser solitário’ e ‘viver na solidão’ perpassa sinuosos caminhos. Para atingi-lo, dolorosos, tenebrosos pensamentos  atravessavam a mente. À margem de nirvanas e epifanias, tal entendimento, se consolidado, é constante. Permeia sua existência; norteia seus passos; valida seus gestos e atitudes. A razão não haverá de nos enredar, compulsoriamente, ante os feixes de tensão carregados por essa terrificante tarefa de compreensão e alumbramento. Contudo, aos que dessa distinção retirarem um mínimo de alento, o processo não será tão tortuoso.</p>
<p style="text-align:justify;">A certa altura da vida, toda essa facúndia narcisista, todas essas vacuidades, todos esses intermináveis lugares-comuns nos fartam de tal maneira. A sabedoria adquirida é expressa, precipuamente, na sutileza do silêncio; na forma como encaramos e absorvemos desde as mais risíveis situações até os mais truncados engodos. Irromper a inércia dos pensamentos representa o júbilo da alma. Mirar-se em excessivos desdobramentos retóricos desvela mazelas incorrigíveis do ser humano. Inversamente, a estática e a pasmaceira ante o (ir)real descortinam a incapacidade de aprofundamento das relações, o que, em muitos, faz morada e assenta suas bases inertes de conforto.</p>
<p style="text-align:justify;">Encontrar-se entre o deslumbramento e o realismo chega a ser utópico, porém, é possível aos que se permitem doses de irreprimíveis súbitos de contemplação. Para tal, sorver a vida em todo o seu rebuscamento faz-se necessário. Na simplicidade, há nuances, escarpas, matizes e intrigantes tipificações prontas a serem devidamente esmiuçadas e vivenciadas. Furtar-se a questionar e a apreciar é abster-se dos mais primários sentimentos humanos. É renegar a pulsante e premente necessidade espiritual (quase carnal) de irrigar corpo e alma com o elixir, balsâmico e confortativo, da vida em sua crua acepção.</p>
<p style="text-align:justify;">Caminhar, plainando; cantar, pulsando; respirar, sentindo; lançar-se, crendo; enxergar, admirando; pensar, reflexionando; entregar-se, livrando-se; viver, vivendo.</p>
<p style="text-align:justify;">Do simples ato de viver, somos guiados à roda do conformismo e resignação. Romper tal estado trará, pois, a incógnita libertação, o controverso discernimento, a plena realização e a esperada sabedoria. Felicidade, ah, felicidade! O processo há de ofertá-la em algum momento. Passageira como sempre foi, e o será. A qualidade de persistir, da indomável paciência, transporá as pedras que se oferecerão no inglório caminho de fugir a pura e simples aparência.</p>
<p style="text-align:right;"><strong>Diego Gomes</strong></p>
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		<title>Pílulas retrospectivas e analíticas da Copa do Mundo de 2010</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Jul 2010 03:31:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&#160; Espanha – a consagração do futebol: Numa época em que no futebol mundial prevalecia, quase que invariavelmente, a máxima da força física suplantando a técnica, a Espanha conseguiu buscar um diferencial. Com um esquema envolvente – que consiste na simples premissa de bola rolando, passando de pé em pé, na intermediária dos adversários –, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=impressoesdom.wordpress.com&amp;blog=4404891&amp;post=321&amp;subd=impressoesdom&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_322" class="wp-caption aligncenter" style="width: 507px"><a href="http://impressoesdom.files.wordpress.com/2010/09/mandiba.jpg"><img class="size-full wp-image-322" title="mandiba" src="http://impressoesdom.files.wordpress.com/2010/09/mandiba.jpg?w=497&#038;h=319" alt="" width="497" height="319" /></a><p class="wp-caption-text">Nelson Mandela e sua esposa, Graca Machel, comparecem ao último jogo da Copa 2010 na África do Sul </p></div>
<p style="text-align:center;">&nbsp;</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Espanha – a consagração do futebol: </strong>Numa época em que no futebol mundial prevalecia, quase que invariavelmente, a máxima da força física suplantando a técnica, a Espanha conseguiu buscar um diferencial. Com um esquema envolvente – que consiste na simples premissa de bola rolando, passando de pé em pé, na intermediária dos adversários –, a Fúria encantou o mundo. Basilares nessa sincronia de passes, Xavi, Iniesta e Xabi Alonso orquestraram Villa, Busquets, Pedro, Fernando Torres etc. A bem da verdade, caso essa engrenagem ofensiva falhasse, Sergio Ramos, Piqué, Puyol, Capdevila e, principalmente, Casillas repeliam, com maestria, as inevitáveis investidas adversárias.  A esse irresistível time, somou-se o espantoso potencial advindo do banco de reservas. A fúria se deu ao luxo de manter, entre os seus reservas, nomes como os de Fábregas, David Silva, Navas e Llorente. Assim, de forma indiscutivelmente meritória, a Espanha ascendeu ao seleto grupo de campeões mundiais.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>A raça da celeste olímpica:</strong> Contestada pelo nível técnico apresentado, a Copa do Mundo de 2010 também reservou gratas surpresas. A começar pelo irresistível despertar da celeste olímpica – presente para os amantes do futebol. Que atire a primeira pedra aquele que, conhecedor e apreciador da categoria, não se entusiasmou ao se deparar com o contagiante time apresentado pela seleção uruguaia, que resgatou sua gloriosa história e irrompeu a eterna decadência pós-década de 1970. Forlan, Lugano, Fucille e Soarez empolgaram a todos com um estilo à la Boca Juniors em seus áureos tempos de Libertadores. Com um pouco mais de eficiência nas finalizações e zelo na retaguarda, certamente teria conquistado o honroso terceiro lugar. O Uruguai, todavia, representou dignamente a América do Sul, reacendendo a garra e a técnica tão peculiares à região.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Inesperado:</strong> Ainda no campo das surpresas, está a jovial e talentosa equipe alemã. Ozil, Muller, Boateng, Podolski, Schweinsteiger, Trochowski. Nomes que ainda hão de ecoar, por muitos anos, pelo mundo futebolístico, com chances, quiçá, de serem protagonistas na próxima Copa. Ao jogarem por terra a velha e inconteste máxima de que o futebol germânico se caracteriza pelo pragmatismo (força física aliada à eficiência tática), os comandados de Joaquim Low, que chegaram em solo sul-africano desacreditados, fizeram os olhos de muitos marmanjos brilharem com ataques insinuantes, incisivos e mortais; tabelas desconcertantes; e muitos gols. Para chegar à final, faltou traquejo e malandragem nessa seara – o que havia de sobra nos vizinhos espanhóis.  A técnica seleção alemã conquistou um terceiro lugar meio a contragosto, pois tinha potencial para almejar o lugar mais alto do pódio.</p>
<p style="text-align:justify;">Das 32 seleções que iniciaram a disputa nessa Copa do Mundo, as três listadas acima foram as merecedoras de maior destaque. Embora tenha chegado ao jogo decisivo, a Holanda não apresentou nenhuma novidade empolgante. Com dois bons jogadores – Sneijder e Robben – e meia dúzia de robozinhos táticos, a laranja mecânica apresentou um sistema eficiente que, com um misto de certo talento e muita disciplina tática, conduziu-a ao vice-campeonato. Se de justiça fosse feito o futebol, a Holanda estaria apenas entre os oito melhores.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Por quê, África? Por quê?</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Se raça, empenho e força de vontade assegurassem canecos, o continente africano já teria, pelo menos, dois títulos mundiais. Nessa Copa, a história se repetiu. Muita expectativa em torno de badaladas seleções africanas, com jogadores consagrados no velho continente e experientes técnicos. Costa do Marfim, Camarões e Nigéria foram decepções retumbantes. Os Bafana-Bafana, dentro de suas limitações, até cumpriram um honroso papel. Gana, fazendo do seu nome sua principal característica, chegou entre os oito, mas sem muitas expectativas de ir além disso.</p>
<p style="text-align:justify;">Falta ao futebol africano profissionalização de dentro para fora, ao contrário do que historicamente ocorre. Há necessidade premente de se investir em categorias de base (haja vista o sucesso do trabalho de Gana com os jovens, que, já nesta Copa, surtiu algum efeito), reforçar campeonatos nacionais, bem como capacitar profissionais da área, dispensando, assim, a ida de técnicos estrangeiros, sem a menor identificação cultural com os países. Só assim alguma seleção do continente poderá, futuramente, alçar voos mais ambiciosos.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>O remorso tupiniquim</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Novamente a seleção brasileira foi uma verdadeira decepção. A exemplo da Copa de 2006, o time de Dunga chegou badalado no torneio, credenciado pelas conquistas da Copa América e da Copa das Confederações, além do primeiro lugar nas Eliminatórias e de convincentes vitórias diante de seleções tradicionais. Ledo engano. No primeiro momento de adversidade, o grupo, que, até então, havia se notabilizado pela frieza, disciplina, controle de jogo e pragmatismo, acabou sucumbindo diante da limitada Holanda. Uma pena.</p>
<p style="text-align:justify;">Dessa frustrante experiência, pôde-se extrair algumas conclusões: Kaká não serve para ser o principal nome da seleção – invariavelmente decepciona; faltou talento no banco para suprir carências táticas no meio de campo e no ataque, e surpreender os adversários; Felipe Melo é um destemperado, mas não o único culpado pela eliminação; e Dunga, apesar de tudo, desempenhou bem a sua função.</p>
<p style="text-align:justify;">Fica expectativa, no entanto, da prodigiosa geração que vem por aí. A seleção tem tudo para iniciar um gradual processo de reformulação com grandes chances de obter êxito. Paulo Henrique Ganso, Neymar, Anderson, Hernanes, Ramires, Daniel Alves, Rafinha, Miranda, Thiago Silva, David Luiz e André podem conduzir a seleção brasileira de volta aos píncaros do futebol mundial. E o cenário não poderia ser melhor: a próxima Copa do Mundo terá como sede o próprio Brasil.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>A Ferrari hermana</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Já os hermanos deixaram a impressão de que Maradona, um medíocre condutor de charrete, tinha em mãos uma autêntica Ferrari, a qual não soube dirigir. A Argentina dispunha (e ainda dispõe) de um dos melhores elencos do mundo, à exceção da defesa – fiasco creditado na conta de Dieguito. O técnico simplesmente abriu mão dos excepcionais e experientes Zanetti e Cambiasso, privilegiando os pesadíssimos Samuel e Demichelis. Um horror. De todo modo, o time, mesmo classificado aos trancos e barrancos nas eliminatórias sul-americanas, possuía potencial para engrenar na competição. Mas, não foi o verificado. Quando a seleção foi de fato exigida – no jogo diante da Alemanha, pelas quartas de final –, não resistiu e levou uma acachapante goleada dos germânicos.</p>
<p style="text-align:justify;">Devo ressaltar, porém, que a Argentina reúne condições de se reerguer e ser, mais uma vez, uma das grandes forças do próximo mundial, especialmente em função do fator “Messi”. É inegável que se trata de um estupendo jogador. Quando este está em campo, mesmo com atuações discretas, consegue finalizar mais de 90% de suas incisivas jogadas, sempre com começo, meio, fim e maestria.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>As decepções</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Itália, Ribery, Camarões, França, Rooney, Costa do Marfim, Inglaterra, México, Portugal, Servia, Cristiano Ronaldo. Todos esses nomes nos remetem a apenas um termo, em se tratando de suas performances em território sul-africano: decepção. A até então campeã mundial, Itália, foi um verdadeiro fiasco, uma tragédia grega – campanha sofrível, nenhuma vitoria, último lugar do seu grupo. A Inglaterra chegou com pompa de favorita, com estrelas experientes do futebol mundial e Rooney em ótima forma (apesar da lesão que o acometeu dias antes do torneio), mas foi embora ultrajada e humilhada. Costa do Marfim, Camarões, Sérvia e Portugal não foram a lugar algum com suas super-estrelas solitárias. E o México? Ahhh, o México&#8230; “Lo de siempre”, jogaram como nunca e perderam como sempre.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>A consolidação da história</strong></p>
<p style="text-align:justify;">O marco inicial foi em 1995 com decisão do mundial de rúgbi – o histórico jogo entre a anfitriã sul-africana, os “Springboks”, historicamente alinhada à elite branca do país, contra os quase imbatíveis neozelandeses. À época, o então novo presidente da África do Sul, Nelson Mandela, valeu-se da ocasião para decretar, de fato, o fim do regime de segregação racial e social que afligia a nação havia anos; uma tentativa de unir brancos e negros em torno de um só objetivo – e o país foi campeão mundial naquele ano. Ali, iniciou-se um gradual e longo processo de desconstrução de valores torpes, dúbios, que vão contra a quaisquer tratados internacionais cujas bases estão assentadas na carta de direitos humanos. Embora os “Bafana-Bafana” não tenham apresentado desempenho semelhante ao da seleção campeã no rúgbi, a Copa de 2010 representou outro marco para esse lento processo de unificação de um povo e de afirmação de uma nação junto à comunidade internacional.</p>
<p style="text-align:justify;">Mandiba começou tudo isso. Ele sem dúvida foi o principal fator propulsor para essa guinada histórica. O delírio e a ovação pela presença de Nelson no Soccer City, por ocasião da decisão entre Espanha e Holanda, dão uma pequena amostra do quão esse homem representa para a história não só da África do Sul, mas da humanidade. Inspirados e certos de que estavam vivenciado mais uma etapa de um ciclo, os sul-africanos, com as inevitáveis falhas, realizaram um torneio gracioso, com competência e muita receptividade, valorizando sua cultura e seus costumes.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Gigante adormecido</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Afora toda a questão socioeconômica histórica que envolveu a tripartite Copa, África do Sul e continente africano, uma importante e estratégica contribuição foi deixada pelo torneio: o significativo aumento do interesse dos norte-americanos pelo futebol. Segundo o jornalista Erich Beting, do portal Uol e do site Máquina do Esporte, “na África, o maior legado é a &#8220;febre&#8221; americana”. As partidas do USA Team bateram recorde de audiência num horário incomum (às tardes), superando os números das finais da NBA e do hóquei, transmitidas em horários nobres.</p>
<p style="text-align:justify;">Ninguém entende tanto de negócios do esporte quanto os americanos. São eles, afinal, os inventores dos primeiros casos de promoção de marcas por meio das competições esportivas, desde o começo do século 20. Mas, até então, o futebol vivia meio que à margem dessa realidade dos Estados Unidos. Se realmente o Mundial africano conseguiu suscitar o interesse desse gigante, especialista em fazer do esporte um show para o público, podemos estar diante de uma auspiciosa noticia, capaz de impulsionar a completa globalização do esporte mais globalizado do mundo. E o impacto poderá ser sentido nos próximos anos, com aumento do interesse de TVs, empresas e público americano pelo futebol.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>A copa do Afana-Afana</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Finda-se a copa dos  Bafana-Bafana, inicia-se o ciclo da copa do Afana-Afana, no qual meia dúzia de empreiteiras e alguns parasitas políticos irão se refestelar com a farra de dinheiro público. Aliás, a disputa da copa no Brasil já começou há muito, com os jogos de politicagem emplacando vergonhosos resultados.</p>
<p style="text-align:justify;">Sou um entusiasta da causa. Acredito que, para o país, é extremamente pródigo receber eventos dessa envergadura. Minha preocupação, contudo, reside no fato de que, ao termos em mãos tamanha responsabilidade, corremos o sério risco de pagar um mico retumbante perante o mundo, caso o que está começando a se configurar se concretize: atraso irremediável de obras, contratos emergenciais sem licitação, falta de projetos decentes de mobilidade urbana, aeroportos sucateados, malha viária e ferroviária em péssimas condições, transporte público insuficiente e de qualidade questionável. Torço para que tal desgraça não acometa um país tão rico e promissor como o Brasil. Desejo que o Brasil organize um torneio impecável, do qual nos orgulharemos, sem máculas ou manchas em mais um capítulo da história brasileira, repleta de episódios de incessante exploração e interesseiros que sugam todas as nossas riquezas, sejam elas naturais ou públicas.</p>
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		<title>Da série Activia com Johnnie Walker</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 14:00:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Criação: Livino Neto Phynno!<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=impressoesdom.wordpress.com&amp;blog=4404891&amp;post=315&amp;subd=impressoesdom&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
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<p>Criação: Livino Neto</p>
<p>Phynno!</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/impressoesdom.wordpress.com/315/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/impressoesdom.wordpress.com/315/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/impressoesdom.wordpress.com/315/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/impressoesdom.wordpress.com/315/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/impressoesdom.wordpress.com/315/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/impressoesdom.wordpress.com/315/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/impressoesdom.wordpress.com/315/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/impressoesdom.wordpress.com/315/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/impressoesdom.wordpress.com/315/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/impressoesdom.wordpress.com/315/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/impressoesdom.wordpress.com/315/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/impressoesdom.wordpress.com/315/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/impressoesdom.wordpress.com/315/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/impressoesdom.wordpress.com/315/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=impressoesdom.wordpress.com&amp;blog=4404891&amp;post=315&amp;subd=impressoesdom&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>O rebolation baiano</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Feb 2010 01:47:35 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://impressoesdom.files.wordpress.com/2010/02/dsc00614.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-303" title="DSC00614" src="http://impressoesdom.files.wordpress.com/2010/02/dsc00614.jpg?w=497&#038;h=372" alt="" width="497" height="372" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Uma atípica incursão ao litoral brasileiro durante o inicio do período mais prodigo do ano para o estabelecimento de interações sociais. Assim conheci a essência do povo mais simpático e hospitaleiro deste país – o baiano. Com parcas e isoladas referências, apenas aquelas aventadas exaustivamente pela mídia, aventurei-me pela terra de todos os santos. Foi pouco menos de uma semana. Poucos dias, sim, mas suficientes para se chegar a algumas entusiásticas observações.</p>
<p style="text-align:justify;">Habituado com o semblante sisudo e com a postura exageradamente austera dos brasilienses, fiquei surpreso com o jeito solícito dos baianos. O sorriso que emana espontaneamente dos rostos queimados pela incessante exposição ao portentoso sol. A empatia quase instantânea. O simples pedido de informação que descamba para uma conversa de quase compadres.</p>
<p style="text-align:justify;">Aliás, fornecer informações por aquelas bandas é uma tarefa tão corriqueira na vida dos soteropolitanos como ouvir o som do “Rebolation” por onde quer que se vá. O despojamento das pessoas é tamanho que, confesso, chega a ser assustador andar num taxi no qual o motorista dança freneticamente (enquanto dirige!!!) ao som desse sucesso de no máximo quatro versos.</p>
<p style="text-align:justify;">Um lugar de calor implacável e acachapante. Na há para onde fugir. É calor ou calor. Chuvas?! São tão passageiras quanto as pencas de turistas que se amontoam por lá nesta época. A noite, que poderia ser um refúgio para os avessos a climas, por assim dizer, tão densos, normalmente carrega consigo todo o mormaço acumulado ao longo do dia. O alento, no entanto, fica por conta das irresistíveis brisas advindas do oceano, que envolvem a todos como uma echarpe natural, proporcionando momentos únicos de frescor.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://impressoesdom.files.wordpress.com/2010/02/dsc00701.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-304" title="DSC00701" src="http://impressoesdom.files.wordpress.com/2010/02/dsc00701.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a>Por falar nas infinitas águas do litoral baiano, devo ressaltar que embora Salvador apresente os mesmos problemas de grandes metrópoles brasileiras – congestionamento, lixo nas ruas e nas praias, segregação social, concentração de renda, transporte público decadente, sucateamento dos sistemas de saúde e educação, poluição das águas etc – tudo é compensado e relevado (momentaneamente, claro!) quando nos deparamos com as irretocáveis visões das paradisíacas praias em contato com a urbanidade de uma cidade – uma tentativa natural de humanizar um lugar quase desumanizado. Trata-se de um contraponto de peso, capaz de desviar o nosso foco dos problemas pontuais do dia a dia e nos levar a viajar, ao menos por instantes, nessa imensidão, no limiar da infinitude.</p>
<p style="text-align:justify;">Carnaval para os baianos transcende qualquer mera manifestação popular. Para eles, a festa representa a marca de um povo, uma espécie de religião <a href="http://impressoesdom.files.wordpress.com/2010/02/dsc00596.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-308" title="DSC00596" src="http://impressoesdom.files.wordpress.com/2010/02/dsc00596.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a>politeísta mundana, tendo como deusa-mor a carismática e original Ivete Sangalo. Além disso, é visível o orgulho, estampado no olhar de cada baiano, de fazer parte daquele lugar, daquela sinergia única, daquela confraria movida pela fé, tão presente em edificações e monumentos da cidade.</p>
<p style="text-align:justify;">Assim como cada cidade brasileira ostenta costumes que caracterizam e determinam as peculiaridades de seu povo, Salvador possui alguns hábitos no mínimo inusitados. O que mais me chamou a atenção foi a intrigante (e irritante!) mania dos motoristas, que buzinam a esmo, sem nenhum motivo aparente, movidos, acredito, pela força do hábito – sem falar dos motoristas de ônibus que falam deliberadamente ao celular (!) enquanto cumprem seus itinerários.</p>
<p style="text-align:justify;">Já o sotaque baiano é gracioso e, não raro, cômico. Um aspecto marcante da população, objeto de identificação cultural, que mantém firmes os laços dos nativos com a sua terra natal, uma irrefutável e irrevogável herança cultural.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://impressoesdom.files.wordpress.com/2010/02/dsc00671.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-306" title="DSC00671" src="http://impressoesdom.files.wordpress.com/2010/02/dsc00671.jpg?w=497&#038;h=372" alt="" width="497" height="372" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">P.s.: Também aproveitei minha estadia na terra do Axé Music, que, deixo claro, abomino, para prestigiar o espetáculo do maior ícone da indústria fonográfica na atualidade: Beyoncé. A diva, com uma indescritível e singular potencialidade vocal, não decepcionou as dezenas de milhares de pessoas que compareceram ao Parque de Exposições para contemplá-la, presenteado-as com um festival de pirotecnia digital, com telões gigantescos em alta definição e figurinos pitorescos, e esbanjando simpatia – sem forçar a barra com o nosso idioma, como muitos estrangeiros o fazem quando pintam por aqui. O único (e determinante) aspecto negativo que apontaria dessa festa se refere justamente a uma premissa básica que sempre busquei obedecer – jamais participar de grandes manifestações públicas em lugares abafados onde não é possível sequer respirar. Era uma inestancável profusão de sensações, odores e grunhidos nem-um-pouco aprazíveis, proporcionada pelo excesso de pessoas no mesmo metro quadrado. O resultado por ir contra a essa regrinha particular foi uma quase desidratação, muita confusão com pessoas “phynnas” e pernas e braços triturados. Coisa básica!</p>
<p style="text-align:justify;">P.s.1: [Momento Nonsense] As camisas do Palmeiras são disparadas as mais populares em Salvador, em uma proporção de cinco por uma, em relação à segunda colocada. Claro que isso não serve como amostragem ou levantamento, mas, nos dias em que estive por lá, foi o que constatei! Pronto, falei!</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/impressoesdom.wordpress.com/302/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/impressoesdom.wordpress.com/302/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/impressoesdom.wordpress.com/302/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/impressoesdom.wordpress.com/302/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/impressoesdom.wordpress.com/302/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/impressoesdom.wordpress.com/302/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/impressoesdom.wordpress.com/302/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/impressoesdom.wordpress.com/302/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/impressoesdom.wordpress.com/302/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/impressoesdom.wordpress.com/302/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/impressoesdom.wordpress.com/302/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/impressoesdom.wordpress.com/302/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/impressoesdom.wordpress.com/302/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/impressoesdom.wordpress.com/302/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=impressoesdom.wordpress.com&amp;blog=4404891&amp;post=302&amp;subd=impressoesdom&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Fall season 2009/2010 &#8211; Novas temporadas e novas séries</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 21:44:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os fanáticos pelos enlatados norte-americanos – aqueles mesmos, alienantes e tal – têm infinitas razões para intensificar a devoção às mais inusitadas e imprevisíveis histórias advindas das esquizofrênicas cabeças de roteiristas do Tio Sam. Desde o início de agosto, séries consagradas exibem suas novas temporadas e emissoras lançam novas produções, que já estreiam despontando como [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=impressoesdom.wordpress.com&amp;blog=4404891&amp;post=291&amp;subd=impressoesdom&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">
<div id="attachment_292" class="wp-caption aligncenter" style="width: 507px"><img class="size-full wp-image-292" title="fall_season_seriados" src="http://impressoesdom.files.wordpress.com/2009/08/fall_season_seriados.jpg?w=497&#038;h=497" alt="Montagem: Sanny Saraiva" width="497" height="497" /><p class="wp-caption-text">Montagem: Sanny Saraiva</p></div>
<p style="text-align:justify;">Os fanáticos pelos enlatados norte-americanos – aqueles mesmos, alienantes e tal – têm infinitas razões para intensificar a devoção às mais inusitadas e imprevisíveis histórias advindas das esquizofrênicas cabeças de roteiristas do Tio Sam. Desde o início de agosto, séries consagradas exibem suas novas temporadas e emissoras lançam novas produções, que já estreiam despontando como novidades no inóspito e disputado cenário do entretenimento televisivo.</p>
<p style="text-align:justify;">Como já é conhecido, o gerenciador desta, por assim dizer, miscelânea midiática é um assumido e compulsivo fã das séries americanas e repudia qualquer hipócrita manifestação contrária, de famigerados arautos da razão, a essa predileção.</p>
<p style="text-align:justify;">A exemplo do ano passado, quando expus minhas impressões acerca desse próspero período e descrevi algumas de minhas preferências, tecerei comentários sobre as  séries que acompanho religiosamente.</p>
<p style="text-align:justify;"><em><strong>Fall Season 2009/2010</strong></em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Domingo, 2 de Agosto</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Defying Gravity</strong>, 1ª temporada (ABC)</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Sexta, 7 de Agosto</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Psych</strong>, 4ª temporada (USA)<br />
<strong>Monk</strong>, 8ª temporada (USA)</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Domingo, 16 de Agosto</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Mad Men</strong>, 3ª temporada (AMC) &#8211; Infelizmente ainda não encontrei brecha em minha atribulada agenda de ócio criativo para acompanhar esta série. Mas, confesso, o fato de ela, não raro, abocanhar as principais estatuetas do Grammy e do Emmy desperta em mim certa curiosidade e vontade de agregar mais esta a minha extensa lista.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Quarta, 19 de Agosto</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Top Chef</strong>, 6ª temporada (Bravo)</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Quinta, 20 de Agosto</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Project Runway</strong>, 6ª temporada (Lifetime)</p>
<p style="text-align:justify;"><em>31 de agosto</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Greek</strong>, 3ª temporada (ABC Family) – Acompanho, entusiasticamente, a saga de Casey, Rusty e cia desde o início. Greek fora produzida para preencher buraco de programação, no canal ABC Family. No entanto, com um roteiro afiado e maroto, embora um tanto pueril, a série conquistou seu espaço e cativou um público-alvo específico. Para tanto, os responsáveis pelo seriado utilizaram-se de fórmulas consagradas – por vezes, batida – no intuito de estabelecer um padrão temático e constituir fiéis seguidores. A única ressalva que tenho em relação à essa terceira temporada, é o fato de a trama ter perdido sua vilã-mor, a ardilosa Frannie. Os roteiristas terão que se desdobrar para darem continuidade aos inusitados conflitos, outrora, ocasionados pela referida antagonista. No mais, a série tem tudo para emplacar mais uma bem-sucedida temporada.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Terça, 8 de Setembro</em><br />
<strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>90210</strong>, 2ª temporada (CW)<br />
<strong>Melrose Place (2009)</strong>, 1ª temporada (CW)<br />
<strong>Sons of Anarchy</strong>, 2ª temporada (FX)</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Quarta, 9 de Setembro</em><br />
<strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>America’s Next Top Model</strong>, 13ª temporada (CW)<br />
<strong>Glee</strong>, 1ª temporada (FOX)</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Quinta, 10 de Setembro</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Supernatural</strong>, 5ª temporada (CW)<br />
<strong>The Vampire Diaries</strong>, 1ª temporada (CW)</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Segunda, 14 de setembro</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Gossip Girl</strong>, 3ª temporada (CW) &#8211; Assim como já explicitei em algumas ocasiões, repito: Gossip Girl é a malhação de luxo dos nova-iorquinos. O roteiro é absurdamente superficial e, às vezes, de uma ingenuidade risível. Contudo, acredito que o glamour e os mistérios que circundam a vida dos personagens contribuem para que o congênere do seriado global se sobressaia em alguns aspectos. A famigerada temática de idas e vindas de casais, que, em tese, nasceram para ficarem juntos (Dan e Serena; Chuck e Blair), sempre proporciona bons momentos, além das armações dos autoproclamados antagonistas. A expectativa da temporada fica por conta do surgimento do meio-irmão de Dan e Serena.<br />
The Jay Leno Show, 1ª temporada (NBC)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>One Tree Hill</strong>, 7ª temporada (CW) – Dramalhão mexicano sem precedentes, que deixei de acompanhar há muito.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>16 de Setembro </em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Bones</strong>, 5ª temporada (FOX)<br />
<strong>Community</strong>, 1ª temporada (NBC)<strong><br />
Fringe</strong>, 2ª temporada (FOX)<strong><br />
It’s Always Sunny in Philadelphia</strong>, 5ª temporada (FX)<strong><br />
Parks and Recreation</strong>, 2ª temporada (NBC)<br />
<strong>Survivor: Samoa</strong> (CBS)<br />
<strong>The Office</strong>, 6ª temporada (NBC) – Comédia sofisticada. Tão sofisticada a ponto de, em certos momentos, não ser engraçada. Acompanho-a esporadicamente, mas, normalmente rende cenas antológicas.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Domingo, 20 de Setembro</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Curb Your Enthusiasm</strong>, 7ª temporada (HBO)<br />
<strong>Bored to Death</strong>, 1ª temporada (HBO)</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Segunda, 21 de Setembro</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Accidentally on Purpose</strong>, 1ª temporada (CBS)<br />
<strong>The Big Bang Theory</strong>, 3ª temporada (CBS)<br />
<strong>Castle</strong>, 2ª temporada (ABC)<br />
<strong>CSI: Miami</strong>, 8ª temporada (CBS)<br />
<strong>Dancing With the Stars</strong>, 9ª temporada (ABC)<br />
<strong>Heroes</strong>, 4ª temporada (NBC)<br />
<strong>Two and a Half Men</strong>, 7ª temporada (CBS)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>House</strong>, 6ª temporada (FOX)– Esta, certamente, está inclusa no meu Top Five de séries. É incrível a capacidade de David Shore e dos demais roteiristas deste aclamado seriado de se reinventar a cada nova temporada, reservando, sempre, situações absolutamente inesperadas. Falar da interpretação de Hugh Laurie é redundância, a julgar pela quantidade de indicações em Emmys e Grammys que ele conquistou. Na última temporada, havia o receio pela substituição da equipe do Dr. House, no entanto, o terrificante, degradante e genial processo seletivo imposto por House pulverizou qualquer preocupação acerca da troca de subalternos. Ao contrário, a modificação revitalizou a história e deu novo ritmo à trama. O único percalço fora a súbita saída do Kutner (Kal Penn), que, para os que ainda desconhecem, debandou da série em função de compromissos políticos assumidos com a gestão Obama. A despeito da próxima temporada, muitas surpresas aguardam o séquito de fanáticos seguidores do seriado, a começar pela estadia de House em uma clínica psiquiátrica.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>How I Met Your Mother</strong>, 5ª temporada (CBS) – Atualmente, esta é a minha série de comédia predileta, ao lado de 30 Rock. É impossível não se entregar às desventuras de Ted Mosby para encontrar a mãe de seus filhos e às inapeláveis, por vezes rascantes, encrencas que seus amigos Marshall, Robin, Lily e Barney se metem. Em sua quinta temporada, parece que finalmente contemplaremos os decisivos momentos que culminarão no esperado encontro da mulher que se casará com Tedy e, com ele, terá dois filhos.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Terça, 22 de Setembro</em></p>
<p><strong>The Forgotten</strong>, 1ª temporada (ABC)<br />
<strong>The Good Wife</strong>, 1ª temporada (CBS)<br />
<strong>NCIS</strong>, 7ª temporada (CBS)<br />
<strong>NCIS: Los Angeles</strong>, 1ª temporada (CBS)</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Quarta, 23 de Setembro</em></p>
<p><strong>Cougar Town</strong>, 1ª temporada (ABC)<br />
<strong>Criminal Minds</strong>, 5ª temporada (CBS)<br />
<strong>CSI: NY</strong>, 6ª temporada (CBS)<br />
<strong>Eastwick</strong>, 1ª temporada (ABC)<br />
<strong>Gary Unmarried</strong>, 2ª temporada (CBS)<br />
<strong>Law &amp; Order: Special Victims Unit</strong>, 11ª temporada (NBC)<br />
<strong>Modern Family</strong>, 1ª temporada (ABC)<br />
<strong>The New Adventures of Old Christine</strong>, 5ª temporada (CBS) &#8211; Outra que acompanho bem tangencialmente, mas, que, sempre, acabo gostando.<br />
Parenthood, 1ª temporada (NBC)</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Quinta, 24 de Setembro</em></p>
<p><strong>CSI: Crime Scene Investigation</strong>, 10ª temporada (CBS)<br />
<strong>Flash Forward</strong>, 1ª temporada (ABC)<br />
<strong>Grey’s Anatomy</strong>, 6 ª temporada (ABC)<strong><br />
The Mentalist</strong>, 2ª temporada (CBS)</p>
<p><em>Sexta, 25 de Setembro</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Brothers</strong>, 1ª temporada (FOX)<br />
<strong>Dollhouse</strong>, 2ª temporada (FOX)<br />
<strong>Ghost Whisperer</strong>, 5ª temporada (CBS)<br />
<strong>Law &amp; Order</strong>, 20ª temporada (NBC)<br />
<strong>Medium</strong>, 6ª temporada (CBS)<br />
<strong>Numb3rs</strong>, 6ª temporada (CBS)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Smallville</strong>, 9ª temporada (CW) &#8211; Os fãs do super boy que me perdoem, mas, com a saída de Lana e Lex da trama, esta série perdeu a razão de ser e de existir. Simplesmente a ignorei e a deixei de lado. Em minha opinião, Smallville clama por um final digno, o quanto antes. Não há mais fôlego para sua continuidade.</p>
<p><strong>Southland</strong>, 2ª temporada (NBC)</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Sábado, 26 de Setembro</em></p>
<p><strong>Saturday Night Live</strong>, 35ª temporada (NBC)</p>
<p><em>Domingo, 27 de Setembro</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>The Amazing Race</strong>, 15ª temporada (CBS)<br />
<strong>American Dad</strong>, 5ª temporada (FOX)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Brothers &amp; Sisters</strong>, 4ª temporada (ABC) – Atualmente, esta atração é, sem sombra de dúvida, a minha predileta. É simplesmente impossível não se sensibilizar diante do carisma que emana naturalmente da família Walker. Sally Field está sensacional como matriarca de uma gigantesca e pródiga prole. Seus cinco filhos, todos eles com características absurdamente únicas, proporcionam momentos de descontração, drama, comédia e suspense, sempre mantendo uma verossimilhança assustadora com os hábitos familiares. Em dados momentos, a comunhão dos personagens é tamanha, que facilmente somos transportados a um plano no qual, ilusoriamente, pensamos que eles realmente fazem parte de uma mesma família. A depender da sua situação emocional, é provável que, em algum momento desta série, você já tenha ansiado ter uma mãe tal como a Nora; uma astuta irmã, como a Kitty; ou cálida, como a Sarah; ou um perspicaz, como o Kevin. Enfim, sou fã incondicional desta brilhante produção e faço votos de que sua vida útil se estenda por muitos e produtivos anos.<br />
<strong><br />
Californication</strong>, 3ª temporada (Showtime) &#8211; Aguardo ansiosamente – quase em cólicas – pela terceira temporada desta série. Com um roteiro sagaz, ágil e despudorado, Californication é uma das séries mais inovadoras da atualidade. É inevitável não torcer pelo protagonista, o escritor Hank Moody (David Duchovny), ante as agruras impostas pela vida em função de decisões equivocadas. Todos os personagens são essencialmente peculiares e marcantes. Becca, a filha de Hank; Karen, a ex; Charlie, o agente; Mia, a ninfeta; e Marcy, mulher de Charlie. Esta nova fase mostrará o dia a dia de pai (Hank) e filha (Becca), agora, morando juntos, já que a mãe, Karen, foi para Nova York.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>The Cleveland Show</strong>, 1ª temporada (FOX)<br />
<strong>Cold Case</strong>, 7ª temporada (CBS)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Desperate Housewives</strong>, 6ª temporada (ABC) &#8211; A última temporada terminou de forma eletrizante, com a morte de Edie, a volta de Susan e Mike, a derrocada de Dave, a nova gravidez de Lynette Scavo e muito mais. São premissas auspiciosas que permitem que vislumbremos uma nova etapa em Wisteria Lane, repleta de situações inusitadas, dramas, comédia, surpresas. A exemplo do roteiro inventivo de House, Desperate Housewives adentra à sua sexta temporada com fôlego de sobra e muitas histórias para se explorar. Mais uma vez, certamente, seremos presenteados com um show de interpretação das quatro protagonistas deste seriado, que também habita a lista do meu Top Five.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Dexter</strong>, 4ª temporada (Showtime) &#8211; Como um serial-killer reage ante a paternidade? Esta é a pergunta que todos os fãs de Dexter estão se fazendo no momento, às vésperas de a quarta temporada inaugurar os trabalhos. Provavelmente este será o mote que norteará as ações da nova fase de Dexter, uma série instigante e envolvente, haja vista a dose de tensão e suspense que permeia todas as situações. O elenco é afiadíssimo e Michael C. Hall incorpora o protagonista de forma visceral. A depender da situação, é quase impossível cerrar os olhos durante um episódio sob risco de se perder algum detalhe determinante para os rumos da trama.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Family Guy</strong>, 8ª temporada (FOX)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>The Simpsons</strong>, 21ª temporada (FOX) – Tenho sido uma ovelha desgarrada deste decano das séries. Mas, faço questão de ressaltar, ainda compartilho da ideia de vitaliciedade a esta sensacional produção.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Segunda, 28 de Setembro</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Lie to Me</strong>, 2ª temporada (FOX)<br />
<strong>Trauma</strong>, 1ª temporada (NBC)</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Quarta, 30 de Setembro</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Hank</strong>, 1ª temporada (ABC)<br />
<strong>The Middle</strong>, 1ª temporada (ABC)</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Quinta, 1º de Outubro</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Private Practice</strong>, 3ª temporada (ABC)</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Sexta, 2 de Outubro</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>‘Til Death</strong>, 4ª temporada (FOX)<br />
<strong>Stargate Universe</strong>, 1ª temporada (Syfy)</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Terça, 6 de Outubro</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Scare Tactics</strong>, 1ª temporada (Syfy)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Nip/Tuck</strong>, 6ª temporada (FX) – Acompanho Nip Tuck desde o início. Assisti a todas as cinco temporadas e, portanto, posso afirma com propriedade que esta série descambou para o lado circense (ridículo). Os dramas e tragédias se potencializaram de tal modo que se tornaram cômicos. Os inesperados destinos de Sean e Cristian desagradaram a todos – sem falar da Julia. Não é que a série tenha perdido o fôlego, mas, sim, o fio da meada. Até pouco tempo atrás, considerava-a inovadora por explorar temas intocados, porém, agora, para mim, ela não passa de mais uma produção banal que aborda questões superficiais, sem a menor importância.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Quarta, 7 de Outubro</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>South Park</strong>, 13ª temporada (Comedy Central)</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Sexta, 9 de Outubro</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Sanctuary</strong>, 1ª temporada (Syfy)<br />
<strong>Ugly Betty</strong>, 4ª temporada (ABC)</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Quinta, 15 de Outubro</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>30 Rock</strong>, 4ª temporada (NBC) &#8211; Destaco dois pontos principais desta série genial e, por vezes, incompreendida: o roteiro e os atores. O texto é de uma primazia e agilidade inquestionável, com sacadas atuais e sagazes. A atuação de todo o elenco é impecável – diria impagável. Há uma sintonia singular entre todos. A relação entre Liz e Jack é indescritivelmente cômica. Os demais personagens compõem uma confraria de humor extremamente refinado: Tracy é hilário; a Jena, indefectível; e o Kenneth, surreal. No seu terceiro ano, 30 Rock continuará a exibir as investidas de Jack em sua mesopotâmica missão de ascender ao cargo máximo da NBC; as peripécias da vida privada de Liz Lemon; e as mazelas da intrépida trupe do mais improvável programa de TV.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Terça, 3 de Novembro</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>V</strong>, 1ª temporada (ABC)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em>2010 &#8211; Estreias e séries confirmadas</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Caprica</strong>, 1ª temporada – 22 de Janeiro<br />
<strong>24</strong>, 8ª temporada &#8211; Janeiro<br />
<strong>American Idol</strong>, 9ª temporada &#8211; Janeiro<br />
<strong>LOST</strong>, 6ª temporada &#8211; Janeiro<br />
<strong>Damages</strong>, 3ª temporada – Sem data confirmada<br />
<strong>Breaking Bad</strong>, 3ª temporada – Sem data confirmada</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Chuck</strong>, 3ª temporada – Sem data confirmada – Sou um apaixonado inveterado pelas maluquices de Chuck e da sua destemida equipe de agentes secretos do governo norte-americano. Surpreendentemente, em vias de iniciar sua terceira temporada, Chuck ainda não caiu no gosto popular. Uma pena, pois suas histórias são envolventes, intrigantes e geram incontáveis expectativas acerca do futuro do Intersect, da relação de Chuck com Sarah e das mazelas vivenciadas na Buy More. Nesse novo ano, a apreensão dos fãs da série reside em dois pontos: quais serão os desdobramentos das novas habilidades adquiridas pelo personagem principal; e se essa será será a derradeira temporada da série, uma vez que seus produtores já deram mostras de que não estão satisfeitos com o desempenho da produção em termos de audiência.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Party Down</strong>, 2ª temporada – Sem data confirmada<br />
<strong>Royal Pains</strong>, 2ª temporada – Sem data confirmada<br />
<strong>Burn Notice</strong>, 4ª temporada – Sem data confirmada</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Weeds</strong>, 6ª temporada – Sem data confirmada – Comecei a acompanhá-la há pouco, no entanto, já reuni subsídios suficientes para constatar de que se trata de uma série imperdível. A temática é inovadora – rompe uma série de tabus e paradigmas, por tocar em um assunto normalmente posto de lado em sociedades permeadas pela hipocrisia moral (maconha). A protagonista Nancy é apaixonante e seus complexos filhos, encantadores.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Big Love</strong>, 4ª temporada &#8211; Sem data confirmada<br />
<strong>Dexter</strong>, 5ª temporada &#8211; Sem data confirmada<br />
<strong>Entourage</strong>, 7ª temporada &#8211; Sem data confirmada</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Hung</strong>, 2ª temporada &#8211; Sem data confirmada – Atualmente, Hung está próxima do final de sua temporada inaugural. À primeira vista, a série é aviltante; traz para os nossos lares um tema árido, nem um pouco frugal, de difícil absorção. Porém, com o desenrolar da trama, o telespectador acaba desenvolvendo uma grande empatia com o personagem principal, Richard. A despeito da premissa inicial do seriado, que, para os desavisados, pode soar como pornográfica, os roteiristas conduzem a questão da exploração do dote fálico do protagonista de maneira sutil e bem real. Portanto, não há motivos para temer possíveis cenas cujo mote lascivo possa ferir os princípios de ditos puritanos.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>True Blood</strong>, 3ª temporada &#8211; Sem data confirmada – Como abordar a temática de vampiros sem descambar para o ridículo, a fanfarronice e a bizarrice? Longe de ser a panacéia das produções artísticas desse segmento, True Blood surgiu com uma poesia contemporânea inserida nesse contexto de vampiros.  Há momentos, sim, em que há certa apelação, mas, nunca, de forma ridícula. A interpretação de Anna Paquin, como Sookie, é visceral, intensa e extremamente convincente. Há de se ressaltar, também, a peculiar beleza da referida protagonista. Agora, sei que serei alvo de críticas, Stephen Moyer, como Bill, deixa muito a desejar, sobretudo em cenas que demandam maior expressividade e elevadas doses de drama. Falo isso mesmo levando em conta que o personagem de um vampiro milenar deve ser de uma impassibilidade marmórea quase inexorável, mas, ainda assim, Stephen se perde na tentativa de transparecer uma aura austera. Os demais personagens dão um verdadeiro show: Jason, Sam, Tara, Lafayette, entre outros. A série está no auge de sua segunda temporada e, portanto, seria incoerente de minha parte projetar a terceira, sendo que muitas incógnitas ainda estão por se descortinar.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Friday Night Lights</strong>, 4ª temporada &#8211; Sem data confirmada<br />
<strong>Friday Night Lights</strong>, 5ª temporada &#8211; Sem data confirmada<br />
<strong>Nurse Jackie</strong>, 2ª temporada &#8211; Sem data confirmada<br />
<strong>Scrubs</strong>, 9ª temporada &#8211; Sem data confirmada<br />
<strong>United States of Tara</strong>, 2ª temporada &#8211; Sem data confirmada<br />
<strong>Happy Town</strong>, 1ª temporada &#8211; Sem data confirmada<br />
<strong>In Plain Sight</strong>, 3ª temporada &#8211; Sem data confirmada</p>
<p style="text-align:justify;">Das novidades do primeiro semestre deste ano, a única que aparentemente não emplacou foi: Mental. O que não representa nenhuma surpresa, já que, assim como mencionei em outra oportunidade, a série já iniciara suas atividades com uma mácula: roteiro batido – clínica, médicos, casos quase impossíveis, destemida equipe, doutor rompedor de paradigmas e eticamente questionável.</p>
<p style="text-align:justify;">Para finalizar este imenso post, gostaria de acrescentar a essa pródiga lista de produções, a série The Diary of Anne Frank, produzida pela BBC de Londres. Dividida em cinco emocionantes episódios, a trama é baseada no diário da menina judia Anne Frank que, ao lado de sua família e outros judeus, viveu reclusa por dois anos num sótão de um prédio, na Holanda, durante a Segunda Guerra Mundial. Durante essa estadia, Anne compôs um diário, com esmero e destreza gramatical digna de grandes escritores, contendo relatos sobre o dia a dia naquele lugar e as impressões que tinha acerca dos outros e das relações que matinha. Após deflagrado o esconderijo e Anne e sua  família serem levadas a campos de concentração, o diário fora encontrado por uma amiga e, posteriormente, publicado, tornando-se um Best-Seller, traduzido para diversos idiomas. Na série, é espantosa semelhança da garota que interpreta Anne com a real. O elenco, correto e irrepreensível, consegue traduzir perfeitamente o terror e o pânico os quais a família fora submetida à época.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/impressoesdom.wordpress.com/291/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/impressoesdom.wordpress.com/291/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/impressoesdom.wordpress.com/291/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/impressoesdom.wordpress.com/291/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/impressoesdom.wordpress.com/291/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/impressoesdom.wordpress.com/291/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/impressoesdom.wordpress.com/291/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/impressoesdom.wordpress.com/291/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/impressoesdom.wordpress.com/291/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/impressoesdom.wordpress.com/291/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/impressoesdom.wordpress.com/291/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/impressoesdom.wordpress.com/291/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/impressoesdom.wordpress.com/291/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/impressoesdom.wordpress.com/291/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=impressoesdom.wordpress.com&amp;blog=4404891&amp;post=291&amp;subd=impressoesdom&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Impressões de um apetitoso domingo esportivo</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Jul 2009 21:31:29 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-280" title="domingo_esporte" src="http://impressoesdom.files.wordpress.com/2009/07/domingo_esporte.jpg?w=497" alt="domingo_esporte"   /></p>
<p style="text-align:justify;">Em diversos diálogos estabelecidos nos templos da sabedoria popular – os bares – já revelei minha controversa e, por vezes, contestada posição em relação aos domingos. Nela, defendo a tese de que eles dependem estritamente dos esportes para emplacar verdadeiros momentos de lazer, permeados pela emoção, entrega e revolta. Todos esses elementos compõem uma sinestesia dominical única! E nesse último domingo (26) não fora diferente. Sobraram irresistíveis opções e incontidas sensações para os patológicos amantes, como eu, do esporte em seu religioso dia de consagração.</p>
<p style="text-align:justify;">O dia começara fulgurante e vívido, com mais uma impactante e tocante matéria de Régis Resing (Esporte Espetacular/Globo), da série sobre a relação do esporte com nações assoladas por guerras. Dessa vez, o experiente repórter incursionou pelo inóspito território do mais miserável dos países americanos, Haiti. A condução foi genial, sem descambar para o sensacionalismo. Jornalista e cinegrafista  acertaram em cheio ao buscar uma linha visceralmente humana em textos e imagens. A edição, de uma primazia e humanidade incontestes, correspondeu perfeitamente  à proposta da pauta. Tolos os que enquadram o esporte a nichos e setores sociais irrelevantes. Assumir tal postura é vendar os olhos para um instrumento capaz de mobilizar nações, paralisar conflitos (mesmo que momentaneamente), promover inclusão social e revolucionar o cotidiano de pessoas desprovidas de quaisquer oportunidades de ascensão.</p>
<p style="text-align:justify;">O dia só estava começando. O início da tarde fora marcado por inúmeras finais do mundial de esportes aquáticos – realizado em Roma. Eis mais um chamariz para incontáveis surpresas e frustrações. O revezamento 4&#215;100 brasileiro nos deixou a sensação de que poderíamos ter ido mais longe, contudo, a participação de Cielo, embora efêmera, fora suficiente para entusiasmar até os mais céticos em relação às possibilidades de o brasileiro superar o extraterrestre Michael Phelps. Fica também a expectativa para que Henrique Barbosa, Felipe França e cia cumpram um honroso papel nas águas romanas.</p>
<p style="text-align:justify;">Muitas emoções ainda estavam por se descortinar nesse profícuo dia esportivo. A começar pela sensacional disputa pelo título da Liga Mundial de Vôlei. Novamente, contemplamos uma aula de fundamentos da categoria. Oitavo título brasileiro, dessa vez, ante os sérvios, e uma constatação: Bernardinho é um excepcional profissional. Um ano após a ESPERADA derrota para os ianques em Pequim, o técnico se reergueu, renovou o grupo e abriu espaço a novos valores, que, vale frisar, já brilhavam há tempos em seus clubes, como os casos de Sidão, Lucas, Vissoto, Rivaldo e Thiago Alves. Há de se ressaltar a reafirmação de Giba e, principalmente, de Murilo &#8211; este se revelou um monstro em quadra: ataque eficiente, incríveis reflexos na defesa e saque destruidor. E por falar neste fundamento, a nítida evolução do saque brasileiro desvela a destreza de Bernardinho. Quando das duas derrotas, no ano passado, para a seleção norte-americana (Liga Mundial e Olimpíadas), este fora o diferencial a favor dos nossos adversários – ainda lembro com pesar das pancadas de Stanley, sem falar das geniais levantadas de Bowl. Bernardo conseguiu trabalhar para sanar a deficiência e não só a eliminou como transformara a seleção numa potência do segmento, tendo no saque um decisivo ponto, além da já conhecida consistência defensiva e os arrebatadores ataques. Bruninho definitivamente encontrou seu jogo e, por consequencia, o tempo dos seus companheiros. Escadinha é simplesmente inexpugnável &#8211; eleito, justamente, o melhor jogador da Liga. Enfim, depois de uma pequena janela de supremacia norte-americana, ameaçando a hegemonia tupiniquim, o Brasil retoma o posto de melhor seleção do mundo. No entanto, é importante ficar atento à seleção russa, que, independentemente de seu desempenho no torneio, tem em mãos um excepcional elenco, carecendo apenas de um bom líbero e um levantador mais preciso.</p>
<p style="text-align:justify;">No campo futebolístico, a festa foi alviverde e, por extensão, minha. Com o estupendo Pierre, o ótimo Edmilson e a revelação Souza no meio de campo, o Palmeiras tragou o Corinthians, que, com Ronaldo contundido à metade do primeiro tempo, sucumbira à eficiente marcação palestrina. O ataque, deveras questionado desde a conturbada saída de Keirrison e a inusitada chegada de Obina, reservou a mais grata surpresa do domingo. O ex-flamenguista Obina demonstrou o oportunismo exigido dos atacantes, fazendo as vezes de fenômeno, mesmo cometendo algumas falhas bizarras. Com o resultado, os palmeirenses ampliaram a vantagem sobre os gambás: há quase três anos o Corinthians não supera o Palmeiras e, nesse período, só conseguiu estufar as redes alviverdes em apenas uma ocasião, ou seja, fregueses de carteirinha. Muitos serão os arautos da razão a justificarem o placar em função das ausências de Cristian e André Santos. Não importa, ainda assim foi um “vareio”. Agora, alarido estérico posto de lado, é fundamental que o Palmeiras reforce seu ataque. Obina e Ortigoza, sozinhos, não darão conta da demanda requerida para um campeonato tão longo quanto o brasileiro. Acredito que a carência é visível apenas nesse setor – as laterais com Armero e Wendel, aos poucos, estão se encaixando; a zaga finalmente se consolidou; e o meio ofensivo com Diego Souza e Cleiton Xavier é extremamente criativo e entrosado. Por fim, Muricy chega para somar uma vasta experiência, com um toque de carisma, a esse promissor grupo.</p>
<p style="text-align:justify;">A cereja dominical, que, aliás, finaliza todos os domingos esportivos, é a apresentação dos gols da rodada com Tadeu Schmidt no Fantástico. Com uma linguagem informal e cômica, o repórter conseguira transfigurar a imagem machista do futebol e de esportes em geral junto às mulheres, além de idosos e crianças, transformando o momento em um dos mais esperados pelo público. Por mais que me critiquem em virtude desse escancarado “merchan” da Globo, confesso que, ao fim do clássico paulista, com os três gols de Obina, imaginei qual seria a trilha sonora escolhida pelo artilheiro para embalar seus gols – costume já incorporado ao povão que acompanha o programa. A interatividade proposta pelos quadros Bola Cheia e Murcha também merecem destaque.</p>
<p style="text-align:justify;">Portanto, a relação entre esporte e domingo é quase siamesa. Um depende do outro para alcançar mais brilhantismo e imponentes momentos de lazer. Do contrário, o que seriam de nossas manhãs sem os outros esportes e, principalmente, das tardes sem o futebol? Respondo: pelo menos o televisivo seria uma tragédia grega, com os canhões de Gugu, Faustão, Eliana e cia apontados para nossas cabeças, prestes a explodi-las.</p>
<p style="text-align:justify;">Diego Gomes</p>
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		<title>Eternizando um ídolo</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Jul 2009 02:09:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-272" title="mj_blog" src="http://impressoesdom.files.wordpress.com/2009/07/mj_blog.jpg?w=497" alt="mj_blog"   /></p>
<p style="text-align:justify;">Ainda sob a eiva do bombardeio midiático em referência à afanada morte de Michael Jackson, esta semana alguns reflexos concretos da fatalidade aportaram em meu cotidiano e despertaram-me algumas pontuais dúvidas. Eis os fatos: certo dia, a caminho do trabalho, deparei-me com uma criança, de aproximadamente cinco anos, entoando – com propriedade adquirida – o emblemático single Thriller. E mais: numa outra circunstância, ao chegar em casa, constatei que sempre (?) dividira espaço com uma fã inveterada do ídolo pop, uma vez que, repentinamente, surgiu no quarto de minha irmã a discográfica completa do astro controvertido, além de uma volumosa e pomposa biografia. Soma-se ao meu espanto o fato de que em uma semana (a posterior ao lúgubre anúncio) 12 milhões de cópias de álbuns do astro tenham sido comercializadas – um indiscutível recorde para a atual conjuntura da indústria fonográfica e, por extensão, da economia mundial. Então, o que explicaria esse fenômeno? Adiante!</p>
<p style="text-align:justify;">Em conversas com amigos, tentei reunir algumas teorias que justificassem tal anacronismo. A primeira (e óbvia) consiste no papel desempenhado pela mídia nos desdobramentos da conturbada morte. Além de, a todo instante, suscitar dúvidas relacionadas às reais causas do óbito, os meios de comunicação reavivaram toda a obra da estrela reluzente que um dia Michael fora – até então ele estava mais para uma estrela DEcadente –, veiculando “narcotizantemente” os grandes hits e suas espetaculares performances. Isso despertou a nostalgia em muitos de seus antigos fãs e contribuiu para uma espécie de proselitismo de milhares (ou milhões) de novos fanáticos. Pessoas que nem sequer acompanharam a carreira e, tampouco, têm noção do que sua ascensão representou para a história da música.</p>
<p style="text-align:justify;">Uma teoria serve de alicerce às demais. A partir dessa nova agenda imposta pelos veículos de comunicação, formou-se uma legião de potenciais compradores motivados por aspectos distintos, mas que, no frigir dos ovos, são convergentes. O primeiro aspecto reside no fato de, embora MJ estivesse em um longo período de ostracismo, este estava em vias de ingressar numa milionária turnê pela terra da rainha, o que gerou grande expectativa entre os seus seguidores. Desta feita, ao falecer antes da realização do esperado evento, eternizaram-se as possibilidades, tal como ocorre quando ídolos morrem no auge de suas carreiras. Tomemos como subsídios os casos de Kurt Cobain, Janis Joplin, Jimi Hendrix, Elis Regina, Mamonas Assassinas, Jim Morrison&#8230; Estas legendas do show business foram alçadas máximos limites do estrelato ante suas precoces mortes. Claro que o caso de Michael se distingue dos citados acima por algumas peculiaridades marcantes, principalmente pela entressafra que atravessava e por sua idade, mas, insere-se no grupo ao indicarmos os hiperbólicos números envolvidos desde o trágico anúncio.</p>
<p style="text-align:justify;">Também há aqueles que, movidos por um fetichismo mórbido, querem a todo custo adquirir mínimas amostras de uma obra que, futuramente, poderá vir a se tornar relíquia. Ou seja, partem do principio de que ostentar a discografia ou até mesmo um único (redundante?) álbum daquele que misteriosamente morrera e que é considerado o último dos moicanos da seara de grandes ícones da historia da música – os que influenciaram gerações, inspiraram movimentos e ditaram tendências – constitui prática inovadora e visionária.</p>
<p style="text-align:justify;">Muitas são as teses para justificar o estrondoso boom de vendas e o surgimento de debutantes apaixonados pelo astro ocasionados por sua etérea (!) morte. Contudo, o correto é  afirmar que nenhuma dessas questões seriam postas em discussão caso o objeto de análise não fosse uma personalidade singular e histórica. MJ se foi e deixara de luto uma legião de seguidores que, anotem!, jamais será vista em uma contemporaneidade cuja apoteose da internet e da convergência midiática integra a realidade, e, a cada dia,  novas tribos, ídolos e segmentos sao instituídos. Sim, ele realmente fora o último dos moicanos.</p>
<p style="text-align:justify;">Diego Gomes</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/impressoesdom.wordpress.com/271/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/impressoesdom.wordpress.com/271/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/impressoesdom.wordpress.com/271/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/impressoesdom.wordpress.com/271/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/impressoesdom.wordpress.com/271/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/impressoesdom.wordpress.com/271/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/impressoesdom.wordpress.com/271/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/impressoesdom.wordpress.com/271/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/impressoesdom.wordpress.com/271/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/impressoesdom.wordpress.com/271/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/impressoesdom.wordpress.com/271/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/impressoesdom.wordpress.com/271/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/impressoesdom.wordpress.com/271/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/impressoesdom.wordpress.com/271/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=impressoesdom.wordpress.com&amp;blog=4404891&amp;post=271&amp;subd=impressoesdom&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>O famigerado papelucho</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 20:52:27 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[diploma]]></category>
		<category><![CDATA[estudantes de jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Gilmar Mendes]]></category>
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		<category><![CDATA[STF]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-262" title="diploma_jornalista" src="http://impressoesdom.files.wordpress.com/2009/07/diploma_jornalista1.jpg?w=497" alt="diploma_jornalista"   /></p>
<p style="text-align:justify;">Após incontáveis atos [dos outros] de insatisfação e repúdio ante a decisão do STF de suspender a obrigatoriedade da exigência do diploma para o exercício da carreira de jornalista, enfim, atrevo-me a expor minhas impressões acerca do afanoso tema. Fiquem tranquilos, pois, não engrossarei a massa de inacreditáveis querelas e chorumelas, tampouco perderei tempo enumerando-as. Meu discurso consiste em duas linhas principais: analisar as possíveis vantagens que tal decisão carrega consigo; e levantar alguns questionamentos sobre as reais causas que motivaram a ação dos ministros.</p>
<p style="text-align:justify;">A critério de informação, deixo claro que me posiciono favoravelmente à decisão. Contudo, acredito que, antes de uma discussão relacionada à obrigatoriedade ou não do diploma, deveríamos ter debatido a regulamentação da profissão e, por consequência, do curso de jornalismo. No caso do primeiro, seria fundamental definir o papel social de um jornalista; estabelecer condições dignas de trabalho; e debater as linhas editorias esdrúxulas que atropelam todo e qualquer princípio dos mais experientes profissionais.</p>
<p style="text-align:justify;">Quanto à academia, é essencial, de uma vez por todas, talvez este seja o momento, instituir o real objeto de estudo, afinal, o que aprendemos na faculdade de jornalismo? Somos expostos a uma ciência? Semiologia? Meras técnicas? O lamentável discurso de que nela apreendemos os princípios de ética é absolutamente infundado e de uma incivilidade e ignorância secular. Ética constitui ações e sensos relacionados aos valores e à cidadania. Seus princípios devem nortear e permear não só os comunicadores sociais como todos os profissionais das mais diversas áreas de atuação.</p>
<p style="text-align:justify;">Em tempo, ao partir do pressuposto da ausência de uma ciência no jornalismo, logo, desnuda-se uma irrefutável questão: O que impede um indivíduo autodidata, que domina as sinuosas agruras retóricas, detém as noções de estruturação de noticias, avalia corretamente os etéreos graus de noticiabilidade de enveredar pela seara do fazer jornalístico?</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Legal</strong></p>
<p style="text-align:justify;">A proliferação de manifestos e atos públicos constitui iniciativas ineptas perante a posição assumida pela instância máxima do judiciário brasileiro. Explico: pela minha parca bagagem de direito, acredito que tal decisão é irrevogável, a menos que surja algum fato completamente novo para que haja uma provocação junto ao STF e, assim, sejam retomadas as discussões, o que, até o momento, não e o caso. Qualquer tentativa de implementação de projeto de lei ou de PEC é nula, uma vez que, durante a tramitação, quando do confronto com a Comissão de Constituição e Justiça, a iniciativa seria vetada.<br />
Corrijam-me se estiver cometendo uma sandice.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Novo cenário</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Podemos encarar a ocasião com uma oportunidade ímpar para realizar uma verdadeira peneirada no curso de jornalismo; separar o joio do trigo. Longe de ser a exceção, a regra das atuais academias é pontuada, principalmente, pela presença de pessoas em busca de status e autoafirmação, assegurando, assim, a exaltação de seus espíritos incontidos de pavões. A decisão certamente desmotivará seres que se valem do papelucho para puro e simplesmente ascender socialmente. Agora – espero! – predominarão aqueles que realmente anseiam por uma profícua capacitação; e extrair os difusos (e necessários) ensinamentos universitários, convertendo-os em requisitos adicionais para suas promissoras carreiras.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Os afetados</strong></p>
<p style="text-align:justify;">De gerentes do Eldorado em absoluta ascensão a donos de instituições que dispõem de cursos com uma, inicial, queda na demanda. Este será o destino dos mantenedores de universidades privadas de jornalismo. Portanto,  em minha nenhum-pouco-turvada visão,  os únicos afetados diretamente pela decisão.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Motes</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Contudo, há de se levar em consideração os fatores que motivaram Gilmar Mendes e, por consequencia, os sete ministros a assumirem a polêmica posição. Tenho sérias restrições à pessoa e ao político que o presidente do STF representa. Além de manter um aterrador cenário de velho oeste no município de Diamantino, com, inclusive, verdadeiros capangas, vossa excelência mato-grossense estabelece há muito uma relação arisca e hostil com os jornalistas brasileiros. Provavelmente, envenenado pela cólera, Gilmar quis engendrar uma medida que desprestigiasse a categoria. O que me intriga é a participação dos demais ministros. Mas isso é pauta para outros desdobramentos.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Sanha virulenta</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Da mesma forma que contesto os subterfúgios forjados pelo Supremo [na figura de seu chefe-mor] para justificar a postura, critico a horda de acéfalos que brada a plenos pulmões sua contrariedade à decisão, sem nem ao menos compor uma argumentação salutar. Essa categoria apenas se fia na tese de que o papelucho iria assegurar sucesso e valorosas vagas de trabalho, bem como fomentar profissionais ilibados. Poupe-me! Não passa de um corporativismo fajuto. Todos esses apedeutas estão apenas preocupados com uma reserva de mercado que, sim, fere os preceitos constitucionais de direito de expressão; aflitos pela temerária concorrência! Se você perdeu o cargo de âncora de um telejornal para um sociólogo, revolte-se, revire-se, esperneie, porque isso demonstra que você não tem competência suficiente para ocupar a vaga, diferentemente do alcunhado de gaiato.</p>
<p style="text-align:justify;">Em meio à profusão de funções ingratas, que corriqueiramente desprestigiam seus seguidores, o jornalismo desponta como um exílio laboral. A exemplo de países desenvolvidos, a comunicação social brasileira empresta singularidade a uma profissão que valoriza o talento; o dom, por mais clichê que pareça. Muitos serão os arautos que declararão que tal decisão favorecerá o monopólio midiático, sobretudo em veículos de longínquas regiões, com a contratação de jagunços para o tratamento de notícias, seguindo os interesses de seus chefes. Quanta hipocrisia! Como se isso já não ocorresse.  Porém, não de todo. Acredito que instituições sérias jamais poriam seus nomes em xeque, incorporando pessoas incapazes a seus quadros de funcionários para, simplesmente, economizar na folha de pagamento. Claro! Ninguém atenta para o fato de que se algum veículo lançar mão desse recurso, a debandada comercial será inevitável. Ou será que empresas desejarão ter suas marcas associadas a páginas ou VTs capitaneados por incompetentes de carteirinha?</p>
<p style="text-align:justify;">Em suma, assim como a publicidade brasileira que esbanja produtividade, sem a exigência do malfadado papelucho, o jornalismo tupiniquim sobreviverá, sem muitas sequelas, mesmo que clamando por regulamentação.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Diego Gomes</strong></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/impressoesdom.wordpress.com/260/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/impressoesdom.wordpress.com/260/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/impressoesdom.wordpress.com/260/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/impressoesdom.wordpress.com/260/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/impressoesdom.wordpress.com/260/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/impressoesdom.wordpress.com/260/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/impressoesdom.wordpress.com/260/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/impressoesdom.wordpress.com/260/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/impressoesdom.wordpress.com/260/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/impressoesdom.wordpress.com/260/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/impressoesdom.wordpress.com/260/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/impressoesdom.wordpress.com/260/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/impressoesdom.wordpress.com/260/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/impressoesdom.wordpress.com/260/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=impressoesdom.wordpress.com&amp;blog=4404891&amp;post=260&amp;subd=impressoesdom&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Everyboby is filhos de God; Everybody is filhos de Gandhi</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 15:10:03 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;"><img class="aligncenter size-full wp-image-252" title="I-467-0250" src="http://impressoesdom.files.wordpress.com/2009/06/mundo_verde.jpg?w=497" alt="I-467-0250"   /></p>
<p style="text-align:justify;">“O mundo é pequeno pra caramba. Tem alemão, italiano, italiana. O mundo filé milanesa. Tem coreano, japonês, japonesa. O mundo é uma salada russa. Tem nego da Pérsia, tem nego da Prússia. O mundo é uma esfiha de carne. Tem nego do Zâmbia, tem nego do Zaire&#8230;”. Às inusitadas impressões de André Albujanra, imortalizadas pela voz de Moska, acrescentaria o fato de que a roda vida da humanidade não para, não pausa, não finda; inventa-se; reinventa-se; descobre-se; redescobre-se.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffff00;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>A</strong></span></span>ir France conheceu as raras agruras da exatidão tecnológica. O impossível tomou ares de indomável e irremediável. Especialistas, autoridades e simples observadores despendem incalculáveis esforços para compreender o inesperado. O sentimento de contrição une soberbos franceses a transtornados brasileiros, filipinos, argentinos, norte-americanos&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffff00;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>B</strong></span></span>arcelona, Internacional, Cruzeiro, Corinthians e Flamengo, guardadas as devidas e compulsórias proporções, emprestaram a seus fiéis seguidores entusiásticos momentos de euforia. O de Catalão impressionou o mundo e consolidou sua arte rupestre da contemporaneidade. A raposa, como de praxe, fez o dever de casa. Ronaldo Futebol Clube suou, vibrou e queimou em meio às labaredas dos holofotes. O Carioca reviveu o déjà vu fluminense e repatriou um problema. Adiante: Como define Nietzsche, o resto é a humanidade – o claudicante Palmeiras, mesmo sob maléficas investidas de vodus, como Obina e cia, subsiste na América, graças a um santo; o cruzmaltino da Colina já iniciou seu périplo futebolístico na sôfrega segunda divisão; e por falar na sub-elite, os ucranianos também festejaram no velho continente.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffff00;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>C</strong></span></span>annes celebrou a xenofilia. O globalizado festival contemplou produções de diretores russos, romenos, gregos, filipinos, chineses, japoneses, palestinos, iranianos, franceses, italianos, alemães, austríacos, americanos, brasileiros, argentinos&#8230; Reuniu cinéfilos das mais remotas regiões do globo em um mesmo circuito pluralista, culturalmente falando. Teve anticristo, Coppola, vampiros, Almodóvar, nazistas, Woodstock, clandestinidade cinematográfica, gays. As palmas, inclusive a mais ambicionada, consagraram um sombrio e atordoante austríaco.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffff00;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>D</strong></span></span>ilma Rousseff – a dita dura, que, na realidade, revelou-se branda. Principal postulante comunista (?) ao cargo supremo da República, a mulher de aço não foi detida sequer pelos acintosos golpes desferidos pela própria natureza. A mãe do PACtóide segue, mesmo que um tanto trôpega, rumo ao seu enigmático destino político. Mais desdobramentos poderão ser acompanhados nos sucessivos programas eleitorais que, enganam-se os que partilham de pensamento distinto, já estão sendo vivenciados, veiculados e repercutidos.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffff00;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>E</strong></span></span>nchentes no norte e nordeste proporcionam aos brasileiros um espetáculo paradoxal. Aqueles que ansiavam o salvador líquido padecem do seu excesso. A redenção agora reprime. O sonho se transfigurou em um incontrolável pesadelo.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffff00;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>F</strong></span></span>ernando Lugo demonstrou fertilidade irrefreável, digna de visceral inveja – até mesmo aos integrantes da família Leporídeos. O Cristianismo agoniza pelo látego de seus próprios dogmas. A ambição e o indomável egoísmo do passado ditam divergentes rumos à religião que, normalmente, deturpa-se e envenena os que nela buscam o exílio.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffff00;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>G</strong></span></span>ripe Suína aterrorizou. Destruidoras pandemias pregressas foram rememoradas. Inevitáveis parâmetros vieram à tona. O bombardeio midiático acarretou uma epidemia de temores. Ao final, o bicho não era de sete cabeças e, com ou sem terror, os baianos continuam a sofrer com o ser abissal – adormecido? – alimentado pelo Aedes.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffff00;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>H</strong></span></span>eath Ledger foi eternizado. Em sua ultima aparição, o exitoso triunfo. O mais charmoso festival escrevera o nome do cowboy controvertido no hall dos gênios incompreendidos. A sinestesia do momento contribuiu para conferir a devida homenagem ao ator.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffff00;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>I</strong></span></span>mpunidade é a constante e recorrente pauta do Congresso Nacional tupiniquim. Farra das passagens aéreas. Castelos nenhum pouco encantados. Representantes do povo se lixando para opinião daqueles que os mantém. Líderes de estados sendo, justificadamente, destituídos de seus postos. Os brasileiros contemplam a politicagem praticada aqui com sinuosos e arredondados narizes vermelhos, sob um multicolor (e assustador) céu de picadeiro – longe do puro azul anil. Enquanto isso, mesmo com fogo cruzado do ministro Joaquim Barbosa, Gilmar Mendes e seus capangas gozam de um velho oeste todo ele peculiar.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffff00;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>J</strong></span></span>ason Button é supremo. O novo par da realiza britânica desempenha inconteste campanha no mundial marcado pelas polêmicas, no qual a amadora brilha e as consagradas amargam o ostracismo. E o Rubinho, infelizmente, será sempre o Rubinho.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffff00;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>K.</strong></span></span> – O libanês que colocou Brasil na pródiga rota do terrorismo internacional. A consoante teria supostamente ligação com a temida Al Qaeda. Para evitar que a terra do terrorismo social se torne uma hospedeira de ameaças à “conturbada” paz mundial, ardorosas movimentações políticas vêm sendo mantidas para definir o errante destino do andarilho das arábias.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffff00;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>L</strong></span></span>ei de imprensa revogada e uma torrente de ações contra jornalistas sucumbem a uma espécie de crise de identidade, ou, a grosso modo, vão para o buraco negro da informação (vácuo). O próximo round da disputa, a ser travado na Suprema Corte brasileira, é a decisão concernente à obrigatoriedade do diploma para jornalistas.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffff00;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>M</strong></span></span>aísa é vitima da estupidez e ganância de seus pais e de seu bizarro patrão. Não impuseram limites à menina, eis a sua precoce perdição. De súbito, seu subconsciente implora por uma infância digna. Há tempos a fabulação deixou essa representação, o que, escancaradamente, desvela-se um personagem clamando por uma vida real.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffff00;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>N</strong></span></span>BA constitui um mágico emblema de sonho em gestão esportiva. Ao chegar aos derradeiros instantes de seus empolgantes playoffs, o basquete profissional norte-americano revela a excelência e a prodigiosidade da indústria esportiva. Jogos inesquecíveis e históricos, cenários psicodélicos de tão modernos, envolvimento pleno da população, geniais astros. No campo técnico, o time do super-homem (Dwight Howard &#8211; Orlando) calou o entusiasmo do quase imbatível esquadrão do melhor jogador da temporada (LeBron James – Cleveland). Portas abertas para o pragmático Lakers, do monstro Kobe Bryant, levantar mais um. A rigor, todos já sabem quem será o portentor do cobiçado titulo da NBA, sobretudo os californianos. Ao frigir dos ovos, a água no chope daqueles que esperavam uma disputa verde e amarela entre Nenê e Varejão foi irrefutável. Pelas bandas de cá, a incipiente categoria engatinha rumo a primeira final do NBB, com os dois principais times dos últimos cinco anos: Universo (Brasília) e Flamengo. Contrastes à parte, é esperar os resultados para executar as ingratas comparações.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffff00;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>O</strong></span></span>n-line é o principal termo para definir a nova categoria de voyeurismo, o digital. Twitter, Orkut dos ricos, Facebook etc. Todas essas ferramentas configuram redes improváveis e megalomaníacas. Oferecem inesgotáveis oportunidades para os observadores do privativo; da curiosidade mórbida ao que é intimo. A necessidade de autoafirmacão e de reflexo social transgride as barreiras virtuais e formatam uma patológica dependência da janela indiscreta.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffff00;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>P</strong></span></span>rotógenes prossegue em sua interminável e inexaurível sessão de depoimentos e indiciamentos em  inquéritos. A Petrobras, por sua vez, é alvo da enésima comissão parlamentar proveniente de articulações políticas em prol de apocalípticos propósitos, quase sempre não alcançados. O delegado, no entanto, hora faz as vezes de paladino, hora age como um asqueroso contraventor. Vai saber. Metonimicamente falando, a promissora petrolífera engendrada por Getulio não correrá grandes riscos, uma vez que a condução dos trabalhos da malfadada CPI estará sob os “isentos” vieses da base aliada. E o que Protógenes e Petrobras têm em comum? A letra P. Simples? Mas o mundo é simples.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffff00;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>Q</strong></span></span>uedas são necessárias para nos depararmos com outras perspectivas de horizontes. Enxergarmos as coisas por um prisma incomum. Entretanto, e as quedas literais? Mais conhecidas como tombos, estabacos, esborrachadas. Qual a utilidade desses fugazes, traumatizantes e constrangedores momentos? Nenhuma, apenas alertar suas vitimas para que andem mais atentas. É o que devem estar pensando Caetano Veloso e Josi (ex-BBB). Pela virulência da aldeia global, suas espontâneas e instantâneas performances “bombásticas” fizeram a alegria de inúmeras repartições públicas, grupos de estudos, equipes de telemarketing, donas de casa. Resta-me, apenas, lamentar o infortúnio, além de ter me acabado em risos, e deixar o registro de mais cautela nas caminhadas dos referidos azarões, mas caminhadas mesmo!</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffff00;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>R</strong></span></span>elações exteriores tem se mostrado a Pasta problemática do atual governo e, por consequencia, dificultado as pretensões diplomáticas de Lula. Dada como certa em uma das cadeiras da Organização Mundial do Comercio (OMC), Ellen Gracie foi preterida do cargo – que será ocupado por um mexicano. E essa não foi a única derrota do presidente e sua trupe no cenário internacional. João Sayad fora derrotado na disputa pela presidência do BID e o embaixador Luiz Felipe de Seixas Correia não conseguiu se eleger presidente da OMC. E mais turbulências se descortinam. Para a candidatura à direção geral da Unesco, o Brasil apoia o ministro da Cultura do Egito, Farouk Hosny – antissemita quase assumido, em virtude de conturbadas relações com autoridades israelenses. Até aí, o mal não está totalmente formado. O principal entrave da questão reside no fato de o governo não apoiar a candidatura do brasileiro Márcio Barbosa, atual vice-diretor do órgão, alegando desgastes pelo excesso de disputas internacionais envolvendo tupiniquins. Contudo, Barbosa prossegue no prélio e, ao que tudo indica, após França e Estados Unidos retirarem o apoio ao egípcio, o brasileiro reúne significantes chances de sair vencedor, o que, trocando em miúdos, poderá ser o certeiro disparo da bala que se alojará diretamente no pé da gestão Lula.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffff00;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>S</strong></span></span>usan Boyle conhecera a filosofia hedonista, cujo mote consiste na determinação do prazer como o bem supremo, finalidade e fundamento da vida moral, embora se afastem no momento de explicitar o conteúdo e as características da plena fruição, assim como os meios para obtê-la. Após anos atraindo para si a fúria do tempo, Susan rompeu sólidos paradigmas e emergiu como uma estrela. Experimentou o narcotizante efeito da fama. Por onde quer que desse o ar de sua graça, era reverenciada. Um certo festival de calouros se tornou um mero detalhe; um degrau a se galgar. Porém, a estrela era cadente, também conhecida como minúsculos fragmentos que se desprendem de meteoritos. Diante do esperado e óbvio afunilamento, a surpresa (o impacto com a atmosfera – outro ambiente, outra ocasião): o astro se esvaiu. A venerada fora relegada à função de coadjuvante, ao menos momentaneamente. Será que a máxima dos 15 esfuziantes minutos se cumprira? Somente o paradoxo do tempo trará a resposta. Susan rompera barreiras impensáveis (para sua, ate então, realidade). Livrou-se de convenções e se entregou ao simples prazer de realização (segundo ela, uma extravagância). Elevou-se. Tentou a manutenção de tal estado. Fora abalada pelo primeiro golpe. E agora? Nem José saberia&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffff00;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>T</strong></span></span>ênis mundial segue monocórdio. O Dartanhan espanhol domina sem grandes sustos os principais embates. E os três mosqueteiros, advindos da Suíça, Escócia e Sérvia, cada, esforçam-se para acompanhar o ritmo do messias do tênis, com destaque para o da Basileia, que acaba de conquistar a terra batida de Paris.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffff00;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>U</strong></span></span>ltrapassando obstáculos: esta tem sido a tônica de vida do vice-presidente da Republica, Jose Alencar. Lutar, lutar e lutar. Não pensar em fraquejar. Há momentos de arquejos mais profundos, mas não eternos. O combate se dá contra um traiçoeiro inimigo, capaz de turvar a visão dos mais experientes guerreiros. O front de batalha já está gasto, mas, nada que afete a guerra. Trincheiras sempre a postos. Batalhar.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffff00;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>V</strong></span></span>ariedade de cânhamo esteve em voga no outono brasileiro. Carlos Minc – individuo que ostenta no nome a sigla da pasta de Cultura, mas que, nas horas vagas, exerce o cargo de ministro do Meio Ambiente – presenteou os seguidores de Bob com solene participação em uma pacifista marcha – longe de ser afanada – em busca da legalização da diamba. Eu apoio. Eu “apologizo”. Mas este reles datilógrafo pode se permitir. E o ministro? Podemos qualificar de no mínimo inusitada sua participação em um evento em que o escopo representou, basicamente, a contradição às leis que, constitucionalmente, são mantidas e guarnecidas pelo governo do qual integra.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffff00;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>W</strong></span></span>eeeell, mas e a “marolinha”? Pergunte ao excelentíssimo presidente da Republica. Talvez com a concordata da GM, as milhares demissões nos EUA, na Europa e na Ásia, a derrocada de centenas de bancos, Lula tenha chegado à conclusão de que, nos hiperbólicos rompantes iniciais da crise, tenha incorrido de sério erro de interpretação.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffff00;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>X</strong></span></span> da questão está em não procurá-lo e, sim, desenvolve-lo. Como citado no início do texto, o mundo inventa-se e reinventa-se, sempre carregando consigo novos e extraordinários registros, buscando aplacar situações conflituosas e divergentes, para, então, tentar nortear os caminhos de uma civilização com preocupantes fissuras em suas estruturas. Desta feita, o socorro é premente.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffff00;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>Y</strong></span></span>es, we can. Ao menos Obama está tentando.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffff00;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>Z</strong></span></span>zzzz</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong>Diego Gomes</strong></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/impressoesdom.wordpress.com/251/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/impressoesdom.wordpress.com/251/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/impressoesdom.wordpress.com/251/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/impressoesdom.wordpress.com/251/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/impressoesdom.wordpress.com/251/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/impressoesdom.wordpress.com/251/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/impressoesdom.wordpress.com/251/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/impressoesdom.wordpress.com/251/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/impressoesdom.wordpress.com/251/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/impressoesdom.wordpress.com/251/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/impressoesdom.wordpress.com/251/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/impressoesdom.wordpress.com/251/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/impressoesdom.wordpress.com/251/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/impressoesdom.wordpress.com/251/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=impressoesdom.wordpress.com&amp;blog=4404891&amp;post=251&amp;subd=impressoesdom&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>O escracho de um jornal e o poder midiático de um governo</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Apr 2009 16:36:27 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-233" title="vergonha_correio_gdf" src="http://impressoesdom.files.wordpress.com/2009/04/vergonha_correio_gdf.jpg?w=497" alt="vergonha_correio_gdf"   /></p>
<p style="text-align:justify;">Desde o berço da academia, os aprendizes do jornalismo adquirem a consciência de que o mito da imparcialidade constitui algo praticamente inalcançável. Entretanto, todos têm em mente a necessidade de buscá-lo acima de qualquer coisa, independentemente dos interesses envolvidos. Porém, por mais que despendam maiúsculos esforços e travem homéricas batalhas para conferir às suas palavras o viés mais isento possível, impreterivelmente, algum resquício de pessoalidade acaba por escapar e enlear-se às veias retóricas de um texto.</p>
<p style="text-align:justify;">Ao adentrar ao estóico universo das redações, muitos profissionais deparam-se com uma realidade que, em sua maioria, contrapõe-se aos princípios ideológicos que certamente os levaram a seguir tal carreira: a linha editorial do veiculo. Em inúmeros casos, nesse momento, o jornalista sucumbe ao paradoxo laboral. Princípios são corrompidos e a necessidade pura e simples de subsistência se sobressai, em detrimento de tudo aquilo que um dia, ardorosamente, defendeu.</p>
<p style="text-align:justify;">Na história da imprensa brasileira, há registros de diversos veículos que, explicitamente, assumiram causas e tomaram lugares em palanques de políticos consagrados. O exemplo clássico aconteceu entre as décadas de 50 e 60, com o jornal A Última Hora, capitaneado pelo ilustre jornalista Samuel Wainer, irremediavelmente, getulista. Atualmente, nos grandes centros, existe o fenômeno da linha editorial pseudo-velada – aquela em que, geralmente, o veículo não assume publicamente sua predileção política, mas, todos, com um mínimo de discernimento, sabem qual é. Como a Veja (para o PSDB, oposição) e a Carta Capital (para o PT, governo).</p>
<p style="text-align:justify;">Ocorre que em Brasília o cenário foge um pouco a essa realidade. Uma espécie fenômeno anacrônico (eufemisticamente falando) acometeu as páginas do principal jornal impresso da capital do país. Uma duvidosa parceria estabelecida há anos entre o governo do Distrito Federal e o Correio Braziliense tem colaborado para vergonhosos casos de como não se fazer jornalismo. Trata-se da máquina pública, utilizando-se de um instrumento midiático, para manipular massas de acordo com escusos fins &#8211; o coronelismo digital.</p>
<p style="text-align:justify;">Para ilustrar a acusação, basta conferir a edição do diário de 8 de março deste ano. Nela, despudoradamente, o Correio protagoniza um repulsivo caso de tendencialismo na questão da possível greve dos professores da rede pública de ensino do DF. Valendo-se de sua influência financeira sobre o veículo, o GDF &#8211; principal patrocinador do Correio Braziliense, haja vista o espaço concedido às suas propagandas governamentais – recorreu às estratégicas paginas do impresso para jogar a população contra a classe dos professores. Uma série de matérias e editoriais condenando a atitude, bem como rechaçando as causas defendidas pela categoria marcou esse triste episódio da relevante história do alquebrado instrumento de comunicação legado pelo ególatra Assis Chateaubriand. No intuito de endossar as esdrúxulas e estapafúrdias justificativas, o jornal ainda utilizou-se de números que não condizem com a realidade da educação no DF, manipulando-os, para pintar um cenário de prosperidade da referida instituição social na capital.</p>
<p style="text-align:justify;">De forma absolutamente parcial, o jornal incorporou o espírito de cabo eleitoral de seu principal mantenedor financeiro, e prestou um desserviço à sociedade, algo que somente depõe contra sua frágil credibilidade. E, convenhamos, qual é o destino de um veículo de comunicação cuja principal credencial fora derrogada e, sobre ele, lançado o aniquilador ar de suspeição? Indubitavelmente estará fadado à derrocada. Detalhe: se, também, levarmos em consideração os recorrentes erros crassos de português e os dúbios títulos que tem pontuado as páginas do impresso, o quadro torna-se ainda mais crônico.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>GDF – o governo bom de publicidade</strong></p>
<p style="text-align:justify;">De acordo com o Tribunal de Contas do DF, a gestão de Arruda e Paulo Octávio destina vultosas fortunas à divulgação de seus feitos. São mais de R$ 160 milhões anuais, gastos na veiculação de notícias do tipo “inauguração de horta na colônia agrícola de Quiprocó” em horários nobres das emissoras de rádio e TV.</p>
<p style="text-align:justify;">A gestão dos dois é baseada em obras, espalhafatosas inaugurações de instituições que nem sequer funcionam e lançamentos de programas que, em grande parte, já são desenvolvidos pela esfera federal. A postura configura excepcional plataforma eleitoreira, além de assegurar pródigos proventos aos empreiteiros amigos do governo, principalmente os do digníssimo vice-governador.</p>
<p style="text-align:justify;">Contudo, em contraste com a pomposidade das ações aludidas nas propagandas governamentais, o estado da educação e da saúde brasiliense é tenebroso. A estrutura dos hospitais e das escolas é sucateada e insalubre. No atual governo do DF, o importante são os números a serem propagados em suas campanhas. Pare ele, é suficiente enxertar de alunos, até o talo, as limitadíssimas escolas da região, não importando-se com as condições as quais eles serão submetidos. Afinal de contas, o importante são os números! A situação representa um apego furioso às migalhas; tão disseminado nesta era dominada por uma geração perdida; o quantitativo sobrepuja a relevância do famigerado [para eles] qualitativo. Mas, o que esperar de um governo que sustenta um sistema público de saúde onde não há sequer um único aparelho de ressonância magnética?</p>
<p style="text-align:justify;">Diego Gomes</p>
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